A PROVA CIENTÍFICA DA EXISTÊNCIA DE UM CRIADOR DO UNIVERSO
Sem entrar absolutamente em termos religiosos, bíblia ou qualquer aspecto de crenças, mas apenas e somente abordando aspectos científicos, físicos e o que a ciência conhece ou pode oferecer, isso nos mais avançados campos da física, mas sem absolutamente abordar qualquer ponto técnico ou detalhes docentes ou avançados, como teorias, cálculos, fórmulas ou demais desenvolvimentos, de forma simples, popular, prova-se aqui tais falhas da ciência em tal negação da existência de um criador.
 1-PRECEDENTES E FALHAS GRAVES DA FÍSICA
 -Admitamos que nada existe, nem matéria e nem universo nosso ou paralelos
-Admitamos que só exista um criador e nada mais
-Admitamos que sua existência viola as atuais leis da física (adiante provaremos tal possibilidade)
-Admitamos que leis da física possam ser criadas e determinadas (com comprovações)
-Admitamos que tipos de matérias, de energia e propriedades disso possam ser determinadas
-Admitamos que pode ser criado e determinado o tipo e propriedades de criação, duração e fim da matéria, energia e universos
 Nesses casos, em todos, tal criador ao criar matéria e energia, pode determinar a quantidade, tipo, transformação, volume, característica, meio, necessidades, interações, reações e transformações, a onde se há ou não conservação de energia e matéria, ou seus resultantes. Ok, muitos admitem, da alta ciência, que tudo é possível, não só hoje existente, ocorrendo e detectado, mas que tal criador não passada da própria natureza, onde logo adiante se provará de tal inconsistência de ser pela natureza
 Admitamos que tal criador (Deus ou natureza), não se sabe do porquê, determinou um mínimo de matéria ou energia a se existir em qualquer canto do universo, tal qual determinação da micro unidade Planck ou a inexistência de energia zero em qualquer parte do universo, no mais longínquo possível. Nesse caso, a criação do universo, antes de sua existência, não poderia ocorrer por sí só pois esta dependeu da maior escala possível de energia existente na história do universo para tornar possível tal criação, ate dita por muitos como Big Bang, onde a física admite que tudo hoje existente, matéria e energia, decorreu dessa criação, do contrário os cálculos não se fecham e se cai tanto nas violações da física como na da termodinâmica. Ou seja, admitir tal existência com violações, se foge a física e se entra em qualquer campo que não seja a física,
 Atualmente está mais do que comprovado que criações de matérias, energias, transformações, etc, ao serem detectados pelo laboratório universo, nos radiotelescópios, avistamentos de buracos, negros, supernovas, emissões, desintegrações, criações de partículas e energias, etc, ate em laboratórios como o LHC, o maior do mundo, seguem a risca o que determina a atual física e as leis da termodinâmica, nunca violadas em tais avistamentos. Portanto, provou-se que nossa existência, está rigidamente determinada por tais leis, onde pelo menos hoje é o que se avista. Mas se voltarmos ao passado, na origem, para se admitir tal criação Pelo Big Bang, teríamos que violar absurdamente tais leis citadas, inclusive tais micro mensurações de Planck, da energia zero, etc, o que é inadmissível e sem isso, sequer pode existir tal ignição de partida. É como se querer dar partida num carro sem eletricidade nenhuma na bateria. Não há e nunca ocorrerá isso, se depender apenas de tal bateria.
Mas a ciência afirma que, se então do nada, do zero em tudo, se criou o universo, oras, isso ocorre ainda hoje como criações de subparticulas no espaço aparecendo e desintegrando-se do nada, onde então isso se aplica também a tal criação por sí só no Big Bang. Mas tais físicos que alegam isso, se esquecem que em tais cálculos, ate em laboratórios, nada se criou do nada, em conformidade da termodinâmica, no princípio de conservação de massa e energia, onde houve sim matéria prima para isso, a tal energia do espaço, do vácuo que criou tais subparticulas, onde inexiste em qualquer canto energia zero, excluso antes do Big Bang. Tais transformações foram previstas há quase um século por Einstein na sua fórmula E=mc², sem nenhuma surpresa ou novidade. Mas para isso, para tal equação, se precisava um mínimo de energia para se aplicar, coisa inexistente antes de tal criação. Portanto, tal justificativa de criação de matéria do nada no espaço, em termos de subparticulas, não procede com a criação do universo, como alegam. Alias, ate nisso não procede de “criação do nada” no Big Bang , pois violaria todas as leis da física e aí se “desfundamenta”, sem lei nenhuma, ficando órfãos de explicação e sem algum fundamento para tais físicos nessa idéia. Mas então, comprovado tais injustificadas idéias e infundadas de alguns físicos sobre o Big Bang, da desnecessidade de criador, seja qual for, afirmando-se sobre criações espontâneas, então que criador necessário é esse e do porque da sua necessidade perante as leis da física?

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 2-DA PROVA FINAL DE TAL EXISTÊNCIA: A GRAVIDADE
 A maior prova da expressa necessidade perante as leis da física de ser necessário haver um criador, sem entrar no mérito do porque o existe ou do porque existe o universo, mas de apenas olharmos a manutenção das leis da física, em especial a termodinâmica, é a existência desde sempre, da existência dessa lei da física, desde a criação, na estabilidade e sustento do universo e as leis que o regem, onde sem isso, nunca existiria este universo, ou outro, ou paralelos, etc. E tal garantia, é ditada e determinada justamente pela gravidade. Vejamos a seguir do porque.
 Muitos alegam a gravidade como proveniente da massa escura e outros de sua parte contrária, a antigravidade, vir da energia escura na expansão acelerada do universo, Não vamos entrar nestes aspectos pois estamos tratando das atuais leis da física e das garantias das suas aplicações, estabilidade e obediência da natureza a tais leis. Oras, a primeira lei que depende exclusivamente da gravidade e fazendo a estabilidade do universo é a lei da termodinâmica, onde reações estrelares, que deram a criação da matéria, inclusive por supernovas, nunca teriam ocorrido sem a ação da gravidade, muito menos a expansão do universo como hoje está e decorrente desses dois fatos, na criação da energia para seu aspecto geral e a sua distribuição pelo espaço. O próprio Big Bang decorreu dessa enorme energia em que no seu inicio, conforme físicos recebedores de Nobéis, confirmaram, que a gravidade sim fez, criou tal fato desde o primeiro micro-instante, detalhando-a no seu aspecto como multifuncional com as outras forças nesse invólucro, a chamando de força única, mas não explicando bem sua origem e funcionamento. Nem há como. Restando-lhes apenas de saber que sempre se existiu desde o instante zero da criação. Mas como surgiu do nada? Talvez nunca o saibam. Ou pelo menos, nunca haverá um LHC de potência de um Big Bang para tal determinação (reunificação das forças, apesar de hoje apenas da gravidade ser a faltante).
 Mas porque a gravidade faz o elo que faltava, ou prova, sobre a existência de um criador? A gravidade, de forma grosseiramente falando, faz a cola, a junção, adesivo, prego, sustento, base, fundação, etc, para ligar as coisa, matéria, objeto e moldar sua forma, consistência, característica, densidade e energia, ate criando as partículas que a compõem, na origem destas e posteriormente na aglutinação da matéria ate atingirem seus aspectos, formatos e tamanhos como ate mesmo a Terra e as estrelas, não só os seres vivos, bactérias e demais partículas, onde estas dependem da energia provocada pela gravidade para sua existência e ate suas próprias origens, estas se criando dentro da matéria incessantemente apesar de também necessitarem das outras três forças para tais criações, reações e interações.
 Qual o diferencial que faz a gravidade e do porque ser uma força que desafia tudo? E ate se denominando como força exclusiva do criador e não do homem no domínio da ciência e nos laboratórios como as outras? A gravidade, apesar de dominar e controlar o universo, criando matéria, dando estabilidade, não só aos sistemas planetários, na rotação e translação, na criação de estrelas e galáxias, vida, no surgimento de diversos tipos de energia e sua transformação, etc, esta então por sí só, apesar de ser o coração e cérebro sobre tudo o que existe e sua origem, sequer é dominada, conhecida ou explicada, apesar de apenas ser prevista, conhecida na sua atuação, como nas leis de Newton e Einstein e mais nada. É como se soubéssemos a que horas chega o patrão, ou se vai almoçar em tal restaurante, ou noutro, quanto tempo leva e a que horas ele volta. Só isso e mais nada sobre ele. Como ela atua e do porque é assim, nada se sabe. E menos se sabe do porque deforma o espaço-tempo, como age, porque de tais constantes nela atribuídos, como surgiram ou porque tais valores, ou se mudarão ou já foram outros, nada se sabe.
 A natureza ou a física por sí só, nunca poderia ter determinado todas essas características, onde esta ciência ou natureza, não teria do porque ter determinado ou feito tais valores exatos, onde se o alterássemos em apenas 1% ou infinitamente menos, talvez nada disso existiria ou nada seria estável a ponto de dar forma a algum universo ou matéria consistente nele e talvez sem energia nenhuma, muito menos sistemas planetários, a Terra ou vida ou nós. Não se pode atrelar à natureza por sí só de ter chegado a tais números, valores, taxas, índices ou constantes de todo universo, energia ou matéria, a começar pela constante gravitacional e os de Planck, aquela da menor coisa conhecida na natureza (ou distância-medidas das constantes físicas).
 Ainda assim, não é isso o que apontamos como da prova final. Ocorre que apesar de estarmos num universo em equilibro com as leis da física, principalmente da lei da termodinâmica e do Lavoisier que diz que nada se cria e nada se perde e tudo se transforma, onde somos felizardos em viver num universo obediente a essa lei, do contrário nem estaríamos aqui, aniquilados nas primeiras criações, talvez nem existisse matéria, sendo que essa nossa felicidade não é inteiramente por isso. Ou seja, sim somos felizes e agradecemos as lei, mas nossa felicidade não se pode atribuir 100% a tais leis da física, isso em termos científicos. Ocorre que também nossa existência e do universo todo, incluso do Big Bang, dependeu e depende de certas violações de tais leis que ocorrem ate hoje, onde se “sumirem”, sumimos junto. Sim, violações enormes às leis da física e muito necessárias.
 É o caso da gravidade, mas noutro aspecto: o energético, da sua energia inesgotável. Essa propriedade é estranha, inexplicável, eterna, constante, sem abalo, alteração ou variação, isso em qualquer canto do universo e ate dos paralelos se existirem, onde ate estes numa alteração já teriam nos eliminado, mais ainda aqui por nós mesmo sendo extinguidos. Tal estranheza da sua energia, consiste em nunca se acabar. Explicaremos: tudo no universo, inclusive a criação e o Big Bang, necessitou de absurdas e incalculáveis quantidades de energia. Ok, ninguém sabe cientificamente de onde veio tudo isso, onde, como apontado acima, criou-se tudo do zero, em termos de energia e matéria, do contrário fica inaceitável tal criação (nada se cria de algo já existente, resultando então em transformação e não criação e aí os resultados disso seriam outros e restariam evidências do anterior ou a física toda estaria errada ou diferente).
 Ocorre que a ação da gravidade é infinita, isso mesmo, ate mesmo entre galáxias e nos campos mais longínquos e extensos do universo. Isso exige uma energia absurda, descomunal e de impossível aceitação pela nossa física. É claro que ninguém ate agora entrou nessa discussão ou aspecto, nenhum físico ou cientista, pelo simples motivo de não saber nem mesmo o que é gravidade, como age, se de subparticulas (fala-se em grávitons mas de absurdas falhas e incoerências nada comprovado e violando leis), mas o principal e que ainda assusta muitos físicos: de onde vem tanta energia e inesgotável? Como inesgotavelmente a gravidade age sobre o espaço o deformando no espaço e tempo? Mas o mais importante: como é possível uma força, a mais extensa do universo e a mais poderosa em termos de massa, volume, extensão e abrangência sobre tudo o existente no universo, nunca se esgotar, nunca se alterar, variar ou se abalar ou mesmo ser afetada por outras forças nessas suas propriedades e caracteristicas, ainda em nada, absolutamente nada a alimentando energeticamente, sem fonte alguma como o Big Bang necessitou, como numa chama que precisa de alguma fonte, ou lâmpada, ou de eletricidade para um eletrodoméstico, gás para um fogão, sol para as plantas na fotossíntese, alimento para nós decorrente de reações químicas, reator nuclear do plutônio na desintegração de partículas, do movimento da água e energizada para geração de eletricidade, queima de petróleo para aquecimentos, etc.
 Ou seja, a gravidade chega ao absurdo da violação da maior lei da física em termos de estabilidade do universo: viola justamente as leis da termodinâmica sobre a conservação energia-matéria e do Lavoisier no nada se cria e tudo se transforma. Um absurdo perante a física. Mas o ocorre e sem explicação nenhuma. Pior: sem fonte alguma para essa energia imensa e sem se explicar de onde vem. Mais absurdo ainda: em nada muda a matéria ao criar ou sofrer gravidade. Ou seja, vemos a pior violação de todas: se a Terra provoca gravidade sobre tudo que há nela, isso há bilhões de anos como a ciência prevê, então de onde vem essa colossal e inesgotável energia? Inclusive sobre ações sobre a Lua e para com o Sol? A energia seria tão grande, tão colossal que seria impossível não detectar ou não a mensurar. Mas como mensurar algo desconhecido ou inesgotável?
 Para mesurar algo, alguma energia, alguma reação deve ter antes havido, como as reações atômicas no Sol com resíduos de subparticulas e energia enviada aqui e facilmente detectada, inclusive tais subparticulas. Mas e na gravidade? De onde surge tal energia infinita? Como é possível a massa da Terra nada se alterar, ate nessa equação do Einstein de E=mc² que inclui presença necessária de massa e energia, ou seja, uma se transformando, gastando-se ou virando na outra? Esse desequilibro gera uma absurda violação das leis da física, indetectável, imprevisível, imensurável em aspectos de energia e sem formula ou equação alguma que a determine, por um único ponto: não se pode explicar algo que viola uma lei que fundamenta a física, do contrário toda nossa física estaria errada, da clássica, a quântica, gravitacional ou as especulativas teorias das cordas, essas as mais radicais e difíceis de comprovar.
 Resta-nos admitir, não há como a ciência negar ou fugir, que há algo alimentando essa energia infinita da gravidade que equilibra o universo, que lhe dá forma, dimensão, cria as ideais e tipos de energias e forças, matéria, partículas e dita as regras da física, apesar dela em sí mesmo não fazer parte da física. Pelo menos a conhecida. Ou seja, nossa controladora nos faz todas essas conseqüências mas não conseguimos a introduzir nas nossas leis detalhadamente, apenas a aceitando como ela é, seja no dia a dia, seja ao tentar estudar ela e simplesmente prevendo o que ela faz, mas não como ou porque, ou a origem da sua energia, o primordial para começar a lhe entender.
 E nos resta ter que admitir também que para a entender, uma das duas, ou alteramos todo o que sabemos, a física, os estudos, a ciência, etc, ou ficamos como está e a aceitamos, mesmo desconfiando que há algo por trás da gravidade que não vemos e talvez nunca o entendamos, simplesmente a aceitando. O interessante é que a ciência aceita as absurdas constantes físicas, as incompreensíveis propriedades da matéria, os absurdos dos buracos negros, matéria e energia escura, o inexplicável em muitos aspectos da física, o que vai contra tudo o que se aprendeu nos últimos séculos, onde nada foi jogado fora nessas inovações, mas não aceita um criador do Big Bang, do universo, das irracionais e incompreensíveis constantes universais, de Planck, como do elétron, próton, tempo, comprimento, massa, propriedade das demais partículas, da criação da massa do nada pelo Bóson de Higgs dando massa a outras partículas sem explicação nenhuma e de onde a vem detalhadamente, da existência do fóton e como o é, do falta de saber do que é massa, como age minuciosamente o eletromagnetismo entre corpos, etc. Mas nada de se aceitar um criador. Se prefere apostar no desconhecido, no escuro,na incógnita do que num criador. E ate se aceitam partículas fantasmas, assombrosas e sem explicação nenhuma. Mas criador, nunca.

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 3-NAS OUTRAS ÁREAS DA CIÊNCIA
 Os cientistas aceitam o que bem querem, mesmo sendo absurdo, irracional, sem explicação e sem lógica. Se um teste caseiro com um pêndulo, peso, massa e se alcança provar que uma constante deu tal valor, mesmo absurdo ou irracional, anota-se e encerra-se o assunto sem questionar nada mais, como do porque, como, quando, etc, isso tal qual se pergunta muito e desafiam sobre eventual existência de um criador para tudo isso. Nem mesmo se faz tais questões na biologia sobre a origem do DNA, o Big Bang da vida, de como surgiu, porque, qual necessidade da ciência para ter feito isso (oras, a ciência ou natureza precisando da vida?), ou mesmo do porque uma pedra sem vida precisa ganhar vida e se mexer, mesmo em termo microscópicos no seu interior. Sim, elementos químicos em combinação.
Nunca nenhum cientista abordou esse assunto, mais ainda a ciência alegando tais necessidades de sobrevivência e alterações do seu estado e futuro, ditos por Darwin como evolução. Ok, isso foi comprovado nas mutações no DNA, mas um ser vivo realmente precisa se adaptar para uma nova vida e sobreviver entre outros ou num ambiente, mas nunca se perguntou do porque essa mesma vida com DNA precisou ser criada. Em termos de natureza, de ciência, porque a matéria saiu da inanimada para a animada? Qual necessidade? Acaso uma rocha, em um planeta distante ou do sistema solar, está em piores condições que uma rocha da Terra para esta precisar se mexer, alimentar e se dividir em partes iguais?
 Falamos de rochas pois praticamente possuem todos os elementos da natureza. Então porque a natureza precisou criar elementos para se movimentar por sí só? Pelo menos é o que defendem tais cientistas sobre a auto-criação. Mas não explicam do porque tal necessidade. Sim, que estes entendam bem quem defenda o contrário, da necessidade de um criador, muito diferente das “necessidades” da matéria inanimada. Isso mesmo para compostos orgânicos, como o metano em muitos corpos fora da Terra. Porque tal gás precisa se mudar para criar vida? Em conjunto com outros? O quem tem para perder se ficar como está? Qual a propriedade física que lhe pede tais mutações ou reações químicas? Mas principalmente, qual vantagem leva para isso? Pra que despender tanta energia para se chegar a isso? Qual a necessidade da natureza nisso? Ou da propriedade da matéria? Acaso um ser vivo em termos de matéria, energia, estabilidade de um ambiente ou planeta, lhe dá vantagem sobre a esmagadora quantidade de matéria inanimada? A terra ganhou algo, geologicamente (não há outro termo) sobre corpos sem vida nos diversos sistemas solares?
Qual é a vantagem geológica (única característica dos demais em termos de climatologia e características). Se a resposta for sim, que há necessidade, é uma inevitável aceitação de que o interesse não é justamente para a matéria inanimada, o que seria um absurdo, mas sim nesse mesmo pensamento, raciocínio, no de ver um planeta habitado, mas de interesse de um criador, nunca da matéria morta. É esse mesmo o raciocínio correto. Pensar diferente é cair no mundo da fantasia com rochas se movendo e indo tomar café juntas. Não podemos ser infantis, mas sim de raciocínio lógico. Se faz então a questão primordial: qual o interesse da natureza por sí só de querer tal estabilidade do universo, de tais leis que as garantam e a existência da gravidade para moldar tudo isso e garantir a vida? Qual o interesse na natureza por sí só de querer que exista vida? O que ganha a natureza e a ciência com isso? Nada, a natureza nada lhe interessa disso, nessa geração espontânea. Mas para um criador, sim, desde a gravidade, à vida e ao DNA, que sequer poderia ter surgido só, como a tal citada improbabilidade infinita.

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 RESUMO:
 Há uma teoria científica que diz que se pode sim atravessas uma parede sem a quebrar ou furar, face a disposição espacial e de ligamentos atômicos de sua matéria com a nossa, mas a probabilidade disso de ocorrer por alguém é uma vez em bilhões de Big Bang em termos de probabilidades, ou seja o mesmo ocorrendo para a vida se criar por sí só, ainda diminuindo-se e muito na mesma proporção face ao problemas e dificuldades para se chegara isso em termo de ambiente, local, planeta, situação, época geológica, água, temperatura, gravidade, sistema estelar, etc, caindo-se na improbabilidade infinita. Ou seja, absurdamente, incoerentemente e sem lógica nenhuma, da ciência acreditar nessa impossibilidade infinita em termos físicos e matemáticos e não acreditar num criador? Ou melhor, a ciência acredita no que bem quer, em termos de comprovações impossíveis. É o que se resta a pensar desses verdadeiros fantasiosos e imaginativos. Não há outra denominação. Essa é o verdadeiro fanatismo: no inexistente, imaginativo e fantasioso ceticismo contra a realidade. Ou seja, a própria ciência, a física, exigem um criador para um universo como está e o como é, inclusive na origem. Não há outra forma. Essa é a única racionalidade, coerência, lógica e verdade. além da única possibilidade. Nunca ao acaso da natureza. Se dependesse dela, nada existiria, pois ela nada tem a perder, ou ganhar. Então, como tudo surgiu?

 

 

A Farache

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